(...) Escrevo porque é fácil me esconder atrás das palavras. É confortável e não me assusta. Porque eu sempre me assusto. E crio mundos com as palavras...
Quero dividir meu mundo com você, mas quero que você ainda tenha o seu. Quero que você vá, quero que você brinque, mas sobretudo porque quero que você volte. Quero você perto. Ainda que longe. Porque me sinto bem com você... porque te faço bem, porque você me faz bem.
[Eu acho que você sabe que essa moça que mora dentro de mim, indomável como um cavalo, nem consegue seguir nenhuma filosofia que diz... Porque ela não oferece, mas sempre exige certezas... e só se fecha, só se fecha... e de alguma maneira absurda acredita que se preserva. Assim.]
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